“Adolescer segue em sua trajetória maravilhosa, sempre inovando e acrescentando informação. Essas mudanças têm uma função, seguramente, de prevenção contra o abandono dos jovens. Acho que ainda vais ganhar o título de CIDADÃ de Porto Alegre. Parabéns por teu trabalho inovador e responsável.” Sueli Santos (Psicanalista e Doutora em Educação /RS março 2010)
“Adolescer teve a maior platéia que eu já vi na Sala Álvaro Moreyra, com pessoas sentadas no chão, cadeiras extras esgotadas, gente indo embora porque realmente não havia mais espaço. Um espetáculo que está há sete anos em cartaz e que, dadas as devidas atualizações do texto, ficará anos ainda com platéias a lotar. Discorda totalmente de mim quem diz que “Adolescer” é uma peça ruim. A superficialidade assumida em todos os aspectos estéticos da produção dizem respeito ao conteúdo, à imensa quantidade de assuntos a discutir em pouco tempo e de um jeito tão cativante. A linguagem é rápida, extremamente acessível e disposta a atingir a identificação de todos a que ela assistem. Adolescentes e suas famílias são, sim, privilegiados. Mas idosos e crianças não deixam de receber um convite para a identificação, tanto com seu próprio passado como com alguém que conhece ou com um desejo que ainda querem realizar. O ponto de vista de quem tem por volta de quinze anos sobre seus pais, professores, amigos e interesses é exibido através de cenas bastante rápidas, livres e leves. As interpretações são rasas, coerentes com o todo, garantindo uma coesão espetacular digna dos aplausos que tem. Podemos perder nosso tempo procurando falhas que não encontraremos nada que não seja fora da proposta muito bem-vinda e otimamente bem recebida. Disposta a um prazer rápido, “Adolescer” faz pensar, promove discussão, promete mudanças. É um espetáculo assumidamente comercial, mas extremamente social. Cumpre o que promete, agrada e faz sucesso. Vanja, a grande responsável por esse projeto tão bem quisto e tão cheio de valores. Chama a platéia de linda, concordando com a forma tão gentil com que recebeu seu imenso público na entrada, e ressalta o convite para que seja mais procurado o teatro gaúcho, do qual ela faz parte e luta por. João Carlos Castanha, ator que engrandece o elenco jovial com a construção de personagens que deixam a história muito mais rica do que já é. E, sobretudo, de um elenco tão carismático quanto a história que conta, essa que todos, de um jeito ou de outro, temos ou teremos.” (Rodrigo Monteiro – Crítico Teatral RS/dezembro 2009)
“Gostei demais do espetáculo, achei bem construído, dinâmico, com uma movimentação de palco entusiasmante, e toca em assuntos pertinentes sem moralismo”. Martha Medeiros – Escritora
“Ao assistir à peça Adolescer todos nós adolescentes e adultos aprendemos um pouco mais acerca de nós mesmos”. José Outeiral – Médico e Psicanalista da Infância e Adolescência – RS
“Texto emocionante, com uma direção digna de Vanja Ca Michel, deve ser visto por pais e filhos, de preferência juntos. A peça formada por fragmentos da vida de adolescentes, traça um panorama sincero e cheio de amor pela vida e pelo teatro”. Julio Conte – Psicanalista – Dramaturgo – Ator e Diretor da Peça Bailei na Curva
“Vanja, minha admiração pelo lindo trabalho que você realiza na busca de uma adolescência saudável e criativa”. David Leo Levisky – Psiquiatra da Infância e da Adolescência – SP
“Vanja Ca Michel teve uma idéia brilhante que se transformou em uma das peças mais bacanas já apresentadas no Estado, Adolescer. Os adolescentes adoram ADOLESCER. Adolescer é uma ótima dica para quem quer descobrir um pouco mais sobre este período tão misterioso que é a adolescência”. Revista Kzuka
“Fiquei surpeendido com ADOLESCER, a energia, o vigor, talento, espontaneidade e teatro, tudo isto é o que se vê em cena. Vocês tiram o fôlego da platéia, saí do teatro feliz, assisti uma galera cheia de vida e ousadia, que me transcendeu para este mundo tão interessante da adolescência, com uma veracidade, que me fez voltar a minha, em recordações inesquecíveis adormecidas no cerne do meu ser.” Joca Vergo – Bailarino e Coreógrafo
“ADOLESCER uma peça com um grupo que me pareceu super unido, sem medo de ousar, com muita emoção; muitas vezes parece que não se preocupam com a técnica, mas o resultado final é maravilhoso. Achei que passa a mensagem mais direta e de forma séria mesmo usando caricaturas. As partes sérias não são chatas, são rápidas, mas são marcantes, na dose certa e não fica parecendo lição de moral. Os atores conseguem fazer vários papéis sem se perder. Uma coisa me chamou muito a atenção é que as “coisas adolescentes” tipo, posturas de meninas e meninos, são passados de uma forma bem natural, como os adolescentes são. A direção é perfeita, rigorosa, apesar das cenas parecerem bagunçadas, mas se percebia que havia uma marcação rígida, os atores não deixam transparecer, ficando as cenas bem naturais. Vocês conseguiram mudar meu pensamento a respeito do teatro em Porto Alegre. “ Etienne Marcos – Crítico Baiano
“Não era um dos mais esperados momentos da minha semana, muito menos da minha vida. Ao meio de tantos problemas, eu nunca imaginaria que uma simples visita a um teatro baseado em adolescentes mudaria minha forma de pensar muito menos de agir diante de tantas dificuldades. Ao longo do espetáculo, espectador algum consegue segurar o riso. Na cena do elevador, lembrei das inúmeras vezes que já tive vontade de me atirar de um terraço. Os atores, cada um com um problema diferenciado, chegam a um elevador e decidem fazer o mesmo que me passou pela cabeça em momentos de tantas aflições. Mas espere ufa! A ascensorista deste elevador faz com que seus planos de suicídio terminem por ali. Um a um ela propõe uma solução para o problema. E todos descem com novas expectativas para continuarem suas vidas. Ao chegar em casa, lembrei de cada movimento, cada fala, cada emoção que passei em cada instante. Se minha amiga me perguntar como a peça começa e como ela termina, com todos os detalhes, irei lhe contar como se fosse uma criança quando vai a primeira vez num cinema e se impressiona com tudo que vê. Desde o momento em que se senta na poltrona, até quando fica na espera das luzes se ascenderem. Mas meu Deus, por que tanta euforia? É tão, tão, mas tão incrível a peça? Ah é sim! E para quem já imaginava que o teatro era tudo, ver a peça foi absolutamente, a prova de que realmente é TUDO. Vi-me cercada por um desejo que nunca deixarei de lado, que foi aumentado por pessoas que nunca vi na vida, que me fizeram ver que quando se QUER se PODE! Um sonho. Uma realidade. O Adolescer”. Angelita Caroline Porto – aluna da escola Margot Giacomazzi de Canoas/RS.
“Espetáculo gostoso e profissional. As filas enormes são bem merecidas. O público adolescente é carente de produções teatrais direcionadas e Adolescer preenche esta lacuna”. Thaís Colvara – BIFE o Palco em Revista
“ADOLESCER termina sua temporada consagrada como um novo fenômeno de público da produção teatral Porto Alegrense”. Jornal do Comércio
“ADOLESCER, mostra por parte de sua roteirista e diretora Vanja Ca Michel estudo e conhecimento do assunto. A coreografia de Malu Kroeff é uma das grandes contribuições à boa concretização do trabalho. A contribuição de Vanja Ca Michel, evidencia atenção e sensibilidade para com o tema, oportunidade e compreensão para com o assunto delicado e às vezes difícil, mas sempre fascinante entre os filhos e os pais”. Antônio Hohlfeldt – Crítico Teatral do Jornal do Comércio